sexta-feira, 8 de abril de 2011

ADOLESCENTE E BALADA



MEU FILHO QUER IR PARA A BALADA! O QUE FAZER NESSA HORA?


Muitos pais se perguntam: deixo ou não meu filho sair à noite? Esta dúvida cruel atinge com certeza maioria dos pais. . .


Então, como resolver esta questão? Tudo depende do bom senso e do convívio harmonioso no âmbito familiar.









Os responsáveis devem pensar bem nas consequências de uma simples noitada, pois os tempos são outros e os riscos de sexo inseguro, drogas e violência estão cada dia mais elevados.



A Adolescência e seus paradigmas.


A adolescência é uma fase de transições, é um período próprio do desenvolvimento físico e psicológico que segundo W.Stanley Hall (Primeiro Doutor norte americano em psicologia), situa-se aproximadamente entre os 12 e 24 anos de idade.

As tendências comportamentais nessa fase também podem, segundo Anna Freud, apresentar certas ambivalências, oscilando entre os eixos da exaltação / indiferença; atividade / passividade; egoísmo / generosidade; apego ao material / espiritualismo desprendido; solidão e isolamento / agrupamento; submissão cega / rebeldia; otimismo / pessimismo; ascetismo / descontrole afetivo ou hedonismo.


Com isso a vulnerabilidade dos adolescentes pode levá-los a situações perigosas, ora à saúde,

ora judicial.


Alguns adolescentes sofrem uma necessidade de fazer parte de um grupo, e algumas vezes sujeitam-se a coisas arriscadas, só porque os amigos as fazem.


É nesse momento em que o adolescente se põe frente a frente aos seus limites, costumes, aprendizados, noções de certo e errado. Tudo é analisado em questão de segundos
E são justamente esses segundos os quais aqueles “chatos” conselhos podem fazer muita diferença entre beber, usar drogas, cair na folia irresponsavelmente ou simplesmente curtir a noite de modo seguro.


Baladas, drogas e sexo


Uma realidade é cada vez mais presente, sem limites ou controle, algumas baladas movidas por drogas e que acabam em sexo, não são mais uma realidade distante dos adolescentes.


Falar em balada poderia estar associado a curtir uma noite de diversão, como sair pra dançar, estar com amigos, um bate papo ou paquerar.


Mas em muitos lugares o pensamento é bem diferente, os jovens podem obter com facilidades o álcool, maconha, cocaína, crack, lsd, ecstazy, e tantos outras drogas sintetizadas ou naturais com efeitos estimulantes e alucinógenos, e que acaba por viabilizar viver o sexo sem nenhum propósito, desencadeando problemas, como gravidez indesejada ou doenças sexualmente transmissível.

Adolescentes Brasileiros bebem demais


Segundo estudo recente da ONU, o qual mapeou a ingestão de álcool entre os jovens de nove países da América Latina.

O resultado foi trágico: 46% dos adolescentes brasileiros consomem bebidas alcoólicas, atrás apenas da Colômbia, com 51,9%, e do Uruguai, com 50,1%.


Segundo o psiquiatra Dartiu Xavier, professor da Universidade Paulista de Medicina, Unifesp,


a banalização do uso de álcool, que atinge 15% da população geral, faz com que os pais se


preocupem com as drogas ilícitas e se esqueçam da prevenção em relação as droga

legalizadas, como a bebida alcoólica e o tabaco (cigarro).

Vamos conversar!


A conversa franca e aberta é sempre a melhor saída para impedir que a característica de experimentação, típica da adolescência, acabe por promover a irresponsabilidade.


Mas para que isso dê certo, vale mais alertar para os RISCOS


do que proibir por proibir.


Procure ter um diálogo franco com seu filho e mostre quais foram os motivos pelos quais optou por essa decisão.


Mostre limites


Acima de tudo, é importante estabelecer uma relação de confiança e apontar alternativas.



Explique que tudo tem um momento certo, estudo, lazer ou trabalho mostre ao seu filho que confiança se conquista dia-a-dia com atitudes responsáveis e louváveis e que é possível aproveitar os bons momentos da vida de maneira segura e agradável.





sexta-feira, 1 de abril de 2011

GUARDA CIVIL MUNICIPAL ENCONTRA CRIANÇAS ABANDONADAS EM RESIDÊNCIA

Denúncias de vizinhos levaram a Guarda Civil Municipal a residência onde se encontravam três crianças abandonadas há três dias.